sexta-feira, 18 de abril de 2008

18deabril ;




ela espera, e continua esperando por um longo tempo. depois desse longo tempo, ela dorme. um sono perturbado, por sonhos conturbados, um sono de alerta. ela acorda e ainda espera; se questiona, bate a mão na testa, intrigada. senta, anda, mexe as mãos, prende os cabelos, roe as unhas, e espera. o telefona toca, ela se exalta. o coração explode dentro do peito, e a adrenalina a faz ficar de mãos bambas. ela se decepciona, e o sentimendo de derrota e arrependimento, voltam. ela pensa com fúria, que na primeira oportunidade, vai jogar sua inconstância janela à fora; odeia agir por impulso. odeia falar sem pensar. e ela espera. durante toda a noite, e mais um dia. ela ainda espera o maldito telefone tocar ;

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