sexta-feira, 23 de maio de 2008

23demaio ;


democracia que se preze, dá direito de escolha a seus cidadãos. mas sem querer misturar politica com meus sentimentos. o fato é que preciso de uma injeção de auto-estima, coragem e força de vontade. meus olhos pesam, meus ombros caem. não desisti, nem levantei a bandeira branca, porém, estou exausta. de amores, de pessoas, de problemas, de sorrisos. um choro que começa ás 2 da manhã e pára só para tomar um banho. é do pior. do tipo silêncioso, discreto e constante. a cabeça dói, de tanto pensar, repensar, reciclar alternativas, encontrar saídas, e maneiras sutis de sair pela tangente, do grande caos. o sono some, a loucura aparece. meu sonho curto e conturbado.

sábado, 26 de abril de 2008

26deabril ;


e olha eu aqui, de novo, com essa história de amor. é exaustivo desenhar centenas de milhares de corações nas mesas do colégio, quando eles não vão servir pra nada mesmo. não vale o pensamento longe, mas bem longe mesmo, se de nada vai adiantar. eu vou continuar desenhando uma amor perfeito nos meus sonhos. vou continuar acordando ás 3 da amnhã e conferir no celular se deixei de te atender. e todos os dias eu vou andar por aí, com a angústia fazendo do meu estômago uma folha de papel por tanta incerteza. é! pelo menos até o dia e que eu me convencer que a sua indiferença é maior que tudo. até o dia em que eu me sentirei péssima por toda essa indiferença e vou te chutar á pontapés do meu coração. até quando eu disser isso com conviccção que não mais vou te querer, quando você me ligar, deixando de lado a indiferença, e perguntar sobre a droga que foi o meu dia. até lá, eu vou ficar aqui, bem aqui, esperando ;

sexta-feira, 18 de abril de 2008

18deabril ;




ela espera, e continua esperando por um longo tempo. depois desse longo tempo, ela dorme. um sono perturbado, por sonhos conturbados, um sono de alerta. ela acorda e ainda espera; se questiona, bate a mão na testa, intrigada. senta, anda, mexe as mãos, prende os cabelos, roe as unhas, e espera. o telefona toca, ela se exalta. o coração explode dentro do peito, e a adrenalina a faz ficar de mãos bambas. ela se decepciona, e o sentimendo de derrota e arrependimento, voltam. ela pensa com fúria, que na primeira oportunidade, vai jogar sua inconstância janela à fora; odeia agir por impulso. odeia falar sem pensar. e ela espera. durante toda a noite, e mais um dia. ela ainda espera o maldito telefone tocar ;

quarta-feira, 16 de abril de 2008

16deabril ;

; sempre tive planos e idéias, algumas mirabolantes, mas o caso é que sempre quis ter um lugar para escrever do que quisesse, sobre o que quisesse, e que todo mundo (que se interesse, é claro) lesse. Obrigada, aos motivadores. finalmente fiz o blog; escrevo muito, mais muito mesmo, sobre amor. não que eu seja uma eterna romântica, que troca suas paixão a cada nascer do sol. mas não posso negar que quando amo, amodeverdade; afinal, dizem com convicção que o homem e sua força são movidos por amor e paixão; seja por alguém ou por coisas banais. não me serveria como carreira, optei por algo totalmente diferente (é. já me decidi), mas tenho paixão por leitura. adoro descrições, recheadas de metáforas. de preferência espalhadas por todas as linhas. uso com freqüência, e sou uma amante de ditos populares, clichês e etc. não vou perder tempo com cerimônias e apresentações, pois são tão transparente quanto um cristal. os textos farão isso por mim ;